Hora marcada: Atendimento médico no Hospital de Catanduvas encerra às 17h

Município encontra dificuldade para contratar profissionais

Geral
02/04/2013

   A falta de médico pode ter colocado em risco a vida de uma criança de 1 ano e 3 meses na noite desta segunda-feira (01) no município de Catanduvas. É o que aponta um relatório encaminhado à Central de Jornalismo da Rádio Catarinense pelo Corpo de Bombeiros que atendeu o paciente por volta das 18h45 na rua Hugo Kravice, bairro Sebaldo Kunz. O chamado da mãe, que esperava no quintal da residência com a criança no colo, era de um mal-súbito. Após atendimento inicial, os bombeiros constataram que se tratava de uma crise convulsiva e rapidamente conduziram o bebê ao Hospital Municipal Nossa Senhora Perpétuo Socorro. Chegando ao hospital, a guarnição foi informada pelas funcionárias que não havia médico de plantão, e que, segundo elas, não havia o que fazer com a criança. As atendentes do hospital, ao perceber que os sinais vitais do bebê estavam saindo do normal, orientaram o transporte da criança ao Hospital Universitário Santa Terezinha (HUST) de Joaçaba. Os bombeiros, sentindo que o quadro clínico da criança estava se agravando, solicitaram auxílio do SAMU. O atendente sugeriu que a criança fosse mantida no hospital de Catanduvas até a chegada da viatura. Para preservar a vida do bebê os bombeiros não exitaram em se dirigir ao encontro da viatura do SAMU pela BR-282, o que aconteceu nas proximidades do posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Em seguida, o bebê foi deixado em situação pontencialmente instável aos cuidados do SAMU que o conduziu ao HUST. A guarnição do Corpo de Bombeiros que atendeu a ocorrência era formada pelo chefe de socorro soldado Zimmermann, soldado Braganholo e bombeiro comunitário Cristiano.

 Município admite falta de médicos

 A secretária de Saúde de Catanduvas, Elizete Cardoso da Silva, informou a Rádio Catarinense que o município está enfrentando dificuldade para contratar médicos. Ela conta que há cerca de 20 dias se  busca a contratação de profissionais, sem sucesso. “Nesse horário [a partir das 17h] a gente não consegue médico" afirma. Elizete destaca que o município possui convênio com o HUST para onde encaminha todos os casos de emergência. Ela completa que os bombeiros já foram informados para encaminhar casos do gênero ao HUST. O Hospital  Municipal Nossa Senhora Perpétuo Socorro conta com dois médicos, e nos finais de semana um profissional é pago para atender em regime de plantão. “A gente não acha profissional que queira trabalhar em Catanduvas”, lamenta.

Fonte: Rádio Catarinense
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