Geral
10/07/2013 Cansados da falta de segurança e dos problemas de perturbação e vandalismo principalmente nos finais de semana, os moradores da Rua Felipe Schmidt, vão realizar às 19 horas uma reunião para debater os problemas que estão tirando o sono dos moradores. Organizados e sem uma solução depois dos últimos episódios envolvendo jovens e a PM, os moradores criaram uma comissão que na segunda feira (8) entregou para vários órgãos da cidade um convite para o encontro e tentar em conjunto construir uma solução, e assim evitar mais transtornos na região central de Joaçaba.
Segundo a comissão foram convidados representantes da Prefeitura Municipal, o comandante da Polícia Militar de Herval d’Oeste, o Tenente Coronel Luiz Roberto Muller, o delegado de Polícia Civil, Davi de Oliveira Girardi e também a promotora de Justiça Mônica Lerch Lunardi, da Comarca de Joaçaba. De acordo com Nilza Mendes (74), responsável pela administração do Edifício Santa Rosa essa foi uma solução encontrada para debater o assunto. “Moro aqui há mais de 40 anos, o problema já ultrapassou os limites de todos. As pessoas não aguentam mais tanta baderna. Eu tenho até medo que alguém faça alguma besteira, jogue um tijolo ou até mate alguém por que está insuportável viver com tanto problemas aqui. Até mesmo o padre do município está me apoiando. Temos que encontrar uma solução urgente”, diz à moradora que está doente com tanta incomodação. Para dona Nilza, a noites na Felipe Schmidt tem de tudo até festas de aniversário. “Alguma coisa tem que ser feita, pois há muitos abusos. Eu acho que deveria ser proibido beber na rua, escutar música alta. No último fim de semana cantaram até parabéns na madrugada com estouro de espumante. Eu acho que isso deveria acontecer nas residências dessas pessoas, e não na Felipe Schmidt”, desabafa.
Rudi Ehlert (45) que é gerente industrial está residindo em um prédio que fica em frente à rua há três meses. Ele conta que sabia dos problemas, mas não achava que eram com tanta intensidade. “Tem dias que é complicado, mas o problema é maior as noites. É mais o pessoal que fica na rua mesmo, tem gente que fica até seis, sete horas da manhã com o som alto. A gente até dorme, mas acorda com conversas altas e gritaria, o pessoal por aqui está bastante revoltado”, explica Rudi.
Dentro dos temas que serão discutidos pelos moradores da comissão está um pedido de reforço policial nos finais de semana, informações sobre os alvarás de funcionamento de um bar e um estabelecimento 24 horas que fica na rua, a questão de acústica de outro estabelecimento e esclarecimento sobre questões jurídicas que possam auxiliar os moradores. “Essa foi uma forma encontrada para tentar amenizar essa baderna que acontece todos os finais de semana na Felipe Schmidt”, finaliza Nilza Mendes.
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