Geral
19/09/2013 Uma informação equivocada quase terminou em tragédia para uma família que mora na rua José Maria dos Santos, bairro Bela Vista 2 em Joaçaba. O fato ocorreu por volta das 16h30 desta quinta-feira (19). Celimar da Costa, de 42 anos, estava desmanchando a casa em que morava para que fosse construída em um terreno ao lado. Ela mora com a filha de 18 anos e um filho de 14 anos. Ela recebeu determinação para sair de onde morava depois que um suposto dono do terreno em que está o imóvel entrou com uma ação na Justiça, que por sua vez, deu prazo de 60 dias para que o imóvel fosse desocupado, prazo esse que termina no próximo dia 30. Em um mês Celimar retirou a mudança e se mudou para outro local provisoriamente. Com intenção de providenciar a remoção da casa a moradora foi dias atrás até o escritório da Celesc para solicitar o desligamento da energia. Desconfiada que a rede elétrica ainda poderia estar ligada uma vez que a fiação não havia sido retirada, na manhã desta quinta-feira ela retornou ao escritório da Celesc. No escritório ela foi orientada a ligar para o 0800-48-0196. No contato feito do telefone na casa da irmã, a atendente teria afirmado que não haveria problema em mexer na casa porque a rede já tinha sido desligada. “Até inclusive ela disse que assim que a casa estiver no chão, a senhora deixa os fios lá em um canto, enrola e depois a senhora liga para um outro número para a gente solicitar o desligamento porque vai um pessoal e tira os fios do poste”, comenta. Devido à informação, pela tarde ela retomou o trabalho com a ajuda de familiares. Eram seis pessoas. Em determinado momento a casa veio abaixo e nisso pegou fogo na fiação. As chamas se espalharam rapidamente pela fiação. Desesperada, Celimar imediatamente chamou o Corpo de Bombeiros. Havia preocupação de que o fogo atingisse outras casas vizinhas. Os bombeiros foram ao local e isolaram a área. A Polícia Militar também foi ao local, fez o registro e orientou a moradora a procurar a Delegacia de Polícia para fazer um boletim de ocorrência. Assustada, a moradora diz que temeu pela vida dela e da família que trabalhava no local. Em contato com a Rádio Catarinense, ela mostrou o bilhete em que estava registrado o número de atendimento da Celesc, que foi inserido no levantamento da PM.
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