Deputado alerta prefeitos sobre risco de fechamento de agências do Banco do Brasil

Geral
23/09/2013

Em comunicado dirigido a todos os prefeitos e presidentes de câmaras de vereadores de Santa Catarina, o deputado Sargento Amauri Soares alerta sobre o risco de fechamento de unidades do Banco do Brasil, em especial no interior do Estado. O motivo é que o contrato firmado entre o governo do Estado e o Banco do Brasil, no episódio de incorporação do Besc, se encerra em 5 de outubro. Assinado em 5 de outubro de 2007, pelo então governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB), o compromisso de se manter todas as unidades em funcionamento, com validade de 60 meses (cinco anos) e prorrogado por um ano, termina.

Com o fim do contrato, unidades consideradas deficitárias pelo Banco do Brasil poderão ser fechadas imediatamente. De acordo com avaliação do secretário de Comunicação e Imprensa do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários (Seeb), Milano Cardoso Cavalcante, de 173 a 200 municípios do Estado estão “mais suscetíveis” a fechamento.

De acordo com o Relatório Social do Besc, em 2007, o banco estadual estava presente nas 293 cidades existentes até então, com pelo menos uma agência ou posto de atendimento. Com a incorporação, foram feitas integrações entre os dois bancos e 98 unidades foram fechadas.

Outro efeito do fim do contrato é a possibilidade de estagnação do quadro de trabalhadores dessas agências, assegura o diretor do sindicato. Até o contrato de incorporação, os dois banco tinham somados 6.662 funcionários - 3.375 do Besc e 3.287 do Banco do Brasil. Hoje, o Banco do Brasil em Santa Catarina conta com cerca de 5 mil servidores, ou seja, uma redução de mais de 1.600 funcionários. “A falta de contratações tende a se acentuar”, afirma Milano. Se unidades forem fechadas, os bancários também serão obrigados a se deslocar para municípios vizinhos.

Na opinião do deputado, também existe o risco de afetar a economia das cidades menores, que tiverem as agências fechadas, com a migração das movimentações financeiras para os municípios maiores. “É importante que os agentes políticos locais adotem as providências necessárias com o governo estadual e a direção do banco, com o objetivo de evitar dificuldade para milhares de aposentados, pensionistas, agricultores e pequenos empresários que podem ficar sem seu agente financeiro local”, adverte o deputado Soares.

 

Fonte: Rádio Catarinense
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