Greve dos bancários chega ao 21º dia sem previsão de retorno ao trabalho

Em Joaçaba apenas o Bradesco atende normalmente ao público

Geral
09/10/2013

   A greve dos bancários chega ao 21º sem previsão de retorno ao trabalho dos funcionários que cruzaram os braços. Em Joaçaba apenas a agência do Bradesco está atendendo normalmente, por força de intervenção. As demais, Banco do Brasil, Caixa, Itaú, Santander e HSBC não atendem. Nos bancos privados foram formados piquetes em frente às agências, e no BB, Caixa e Banrisul os funcionários cruzaram os braços. O diretor-financeiro do Sindicato dos Bancários do Meio-Oeste catarinense, Ademir Zambiazzi, comenta que na região houve a adesão de algumas agências dos municípios de Catanduvas e Ouro. Em Herval d' Oeste a agência da Caixa está fechada desde o dia 10, no BB foi registrada a adesão de alguns funcionários, deixando o atendimento precário. Em Luzerna o BB está paralisado desde a semana passada. Zambiazzi orienta a população a fazer pagamentos de boletos até o vencimento em casas lotéricas, bancos correspondentes como Correios e alguns estabelecimentos comerciais que oferecem o serviço. Ele acredita que com a adesão crescente existe a possibilidade de em breve a classe patronal se reunir novamente para ofecer uma proposta à categoria.

Os bancários pedem reajuste de 11,93%, salário de R$ 2.860,21 - aumento real de 5% mais o índice de inflação do período, melhores condições de trabalho, que inclui mais segurança nas agências, fim das metas abusivas e mais contratações de funcionários, além da implantação de Plano de Cargos, Carreiras e Salários. A categoria reivindica ainda auxílios-alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá, no valor de R$ 678 ao mês para cada um, além de auxílio-educação para aprimorar a formação superior dos bancários, contratação de mais funcionários, combate à terceirização e cotas de pelo menos 20% de negros nas contratações. No âmbito da segurança, pedem o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários. A proposta da Federação Nacional do Bancos (Fenaban) ao Comando Nacional prevê reajuste salarial de 6,1%, a ser aplicado nos pisos dos bancos privados e públicos, na Participação nos Lucros e Resultados e demais verbas salariais. O piso salarial da categoria é de R$ 1.530.

Fonte: Rádio Catarinense
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