Justiça ouve testemunhas no caso das endoscopias em Joaçaba

Nova audiência foi marcada para o dia 22 de dezembro

Geral
31/10/2013

   Foi realizada na tarde desta quarta-feira (30) no Fórum de Joaçaba audiência de instrução e julgamento do caso das endoscopias em Joaçaba. O réu, Denis Conci Braga, é acusado de ter causado a morte de três mulheres após os procedimentos na clínica particular dele em 14 de maio de 2010. Na audiência foram ouvidas testemunhas de defesa e de acusação. Presentes também os pais de Iara Penteado, então com 15 anos, uma das vítimas. Usando camisetas em homenagem à filha morta, o casal Emerson e Márcia luta para que o caso não caia no esquecimento e pede que a justiça julgue o caso o quanto antes. A audiência foi presidida pelo juiz da Vara Criminal, Marcio Umberto Bragaglia. Nova audiência foi marcada para o dia 22 de dezembro às 14h para ouvir duas testemunhas faltantes. O magistrado solicitou que o SAMU indique precisamente dois funcionários que atuaram no caso. O promotor do caso é Fabrício Pinto Weiblen, da comarca de Herval d’Oeste. A denúncia foi apresentada pelo então promotor da comarca de Catanduvas, Diego Barbeiro. Como ele foi transferido a Procuradoria de Justiça do Estado indicou Weiblen. O promotor titular da Vara Criminal de Joaçaba, Protásio Campos Neto, está impedido por ter parentesco com o advogado de defesa do réu, Germano Bess. Defende o casal Penteado o advogado Carlos Henrique Köehler. O réu responde ao processo em liberdade, continua na profissão e deverá ser ir a júri popular. Um procedimento interno foi aberto pelo Conselho Regional de Medicina, mas a conclusão não foi revelada.As pacientes ingeriram doses de lidocaína líquida, substância proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e com uma concentração inadequada. Três pacientes morreram por intoxicação, sendo que dois deles ainda no interior do estabelecimento. A clínica médica era de propriedade de Braga e não possuía alvará para realização de exames como a endoscopia. Além disso, a secretária manuseava os medicamentos sem formação na área da saúde.

Fonte: Rádio Catarinense
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