Geral
07/11/2013 O Tribunal de Justiça de Santa Catarina manteve sentença de pronúncia em primeira instância que determinou o julgamento popular de Junior Piovesan, acusado de matar a namorada Kátia Bessegattoem Joaçaba. Orecurso foi ingressado pelo advogado de defesa do réu, Éber Marcelo Bündchen. Na decisão, o TJ acatou parcialmente o recurso, afastando as qualificadoras do motivo fútil e do meio cruel, mantendo, porém, a qualificadora do recurso que impossibilitou a defesa da vítima e, portanto, a pronúncia do réu. O juiz da Vara Criminal de Joaçaba, Marcio Umberto Bragaglia, intimou nesta quarta-feira (6) o Ministério Público e a defesa para que no prazo de cinco dias apresentem os nomes das testemunhas que irão depor em plenário durante o julgamento.
Junior Piovesan será submetido a júri popular sob acusação de ter matado a facadas em abril de2010 aestudante gaúcha, Kátia Bessegatto. O advogado Éber Bündchen, por sua vez, argumenta que a denúncia é carente de provas que incriminem o réu e alega a inocência de Piovesan, que era namorado da vítima, por isso a defesa queria Piovesan não fosse julgado. O processo se arrasta há mais de três anos. Para o Ministério Público (MP), Junior Piovesan é considerado o principal suspeito do crime. A data do júri, determinada pelo juiz da Vara Criminal da comarca de Joaçaba, Marcio Umberto Bragaglia, ainda não está definida. O crime aconteceu na rua Ângelo Scarpetta, bairro Cruzeiro do Sulem Joaçaba. Piovesane a vítima namoravam por cerca de nove anos e moravam juntos no apartamento em que ocorreu o crime. A estudante, então com 23 anos, foi morta na porta de casa. O suspeito foi preso preventivamente na casa dos pais quase um mês depoisem São Joãoda Urtiga, no Norte do Rio Grande do Sul. Ele ficou detido por aproximadamente 60 dias e responde ao processo por homicídio triplamente qualificado, por motivo fútil, meio cruel e que dificultou a defesa da vítima,em liberdade. Conformea polícia, Piovesan havia se tornado violento e agressivo nos dois meses que antecederam a morte da ex-namorada. Em depoimento, amigas de Kátia falaram que ela vinha reclamando do comportamento do companheiro. No dia 24 de abril, foi ele quem chamou a polícia para informar que a namorada havia sido morta. Quando os peritos chegaram ao local, a jovem estava caída em frente ao apartamento com quatro facadas. Apesar de Piovesan negar ter cometido o crime, o MP alega que as provas são consistentes, e que o crime pode ter sido motivado por desentendimento conjugal. Junior Piovesan cursava Engenharia Elétrica e a vítima Enfermagem, ambos na Unoesc. A pena varia de12 a30 anos de prisão.
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