Moradores de Herval realizarão protesto nesta segunda em frente a prefeitura e Câmara

Entre os temas estão Lei do IPTU, folha de pagamento e casas populares

Geral
11/11/2013

    Está marcada para esta segunda-feira (11) uma manifestação pacífica em frente a prefeitura de Herval d' Oeste e da Câmara de Vereadores. A intenção dos organizadores é protestar contra o que eles consideram incoerências e falta de informações à população. Entre os tópicos estão o índice do pagamento de funcionários da prefeitura que extrapolou em 63% do limite máximo imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal, a contratação de sete novos funcionários mesmo com o inchaço da folha de pagamento, a chamada Lei do IPTU que aumentou os valores dos imóveis no município e a não construção de 100 casas populares. Conforme a moradora Elisabeth Vieira, ao contrário do que podem imaginar os representantes políticos esses assuntos não caíram no esquecimento da população. “A manifestação é uma resposta ao que vem acontecendo no município”, explica. Ela comenta que em relação à folha, ao invés de a administração tentar reajustar o índice foram feitas novas contratações de funcionários. “Se são legais ou não é uma outra questão, a população não está entendendo, então seria bom que o prefeito viesse a público para esclarecer isso”. Conforme Elisabeth em relação à lei do IPTU ficou vago no ar as manifestação dos vereadores que eles iriam representar junto ao Ministério Público por verificar pontos inconstitucionais no texto e até o momento não houve nenhuma sinalização. “A população está esperando uma resposta tanto dos vereadores quanto do prefeito que afirmou que não iria revogar a lei, os vereadores disseram que iriam fazer alguma coisa se os prefeito não derrubasse a lei, e até agora não foi feito nada”, questiona. Outro ponto a ser explorado no protesto é a não construção de 100 casas populares em Herval d' Oeste. O município não firmou contrato para a execução do conjunto habitacional alegando não contar com recursos para a contrapartida. “Não está explicado, fizeram uma propaganda, fotografaram, deixaram a população na expectativa, se você for hoje no bairro São Jorge as pessoas estão indignadas porque eles contavam com 100 casas populares que representam a mudança de 100 famílias”. Para Elisabeth Vieira, se tinha previsão de não acontecer que os moradores fossem avisado antes. “As coisas acontecem depois as pessoas são pegas de surpresa”, resume. Elisabeth reforça que a manifestação iniciará às 18 horas e será pacífica, com objetivo de atingir os Poderes Executivo e Legislativo, que funcionam no mesmo prédio.

 

Fonte: Rádio Catarinense
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