Moradores fazem protesto em frente à prefeitura e Câmara de Vereadores de Herval d' Oeste

Intenção foi protestar contra o que eles consideram incoerências no Poder Público

Geral
18/11/2013

    Depois de ser adiado há uma semana devido ao mau tempo, foi realizado no final da tarde desta segunda-feira (18) uma manifestação pacífica em frente à prefeitura de Herval d' Oeste e da Câmara de Vereadores. A intenção dos organizadores foi protestar contra o que eles consideram incoerências e falta de informações à população. A participação dos manifestantes foi bastante tímida. Entre os tópicos estão o índice do pagamento de funcionários da prefeitura que extrapolou em 63% do limite máximo imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal, a contratação de sete novos funcionários mesmo com o inchaço da folha de pagamento, a chamada Lei do IPTU que aumentou os valores dos imóveis no município e a não construção de 100 casas populares. Conforme a moradora Elisabeth Vieira, ao contrário do que podem imaginar os representantes políticos esses assuntos não caíram no esquecimento da população. “A manifestação é uma resposta ao que vem acontecendo no município”, explica. Ela comenta que em relação à folha, ao invés de a administração tentar reajustar o índice foram feitas novas contratações de funcionários. “Se são legais ou não é uma outra questão, a população não está entendendo, então seria bom que o prefeito viesse a público para esclarecer isso”. Conforme Elisabeth em relação à lei do IPTU ficou vago no ar as manifestação dos vereadores que eles iriam representar junto ao Ministério Público por verificar pontos inconstitucionais no texto e até o momento não houve nenhuma sinalização. “A população está esperando uma resposta tanto dos vereadores quanto do prefeito que afirmou que não iria revogar a lei, os vereadores disseram que iriam fazer alguma coisa se os prefeito não derrubasse a lei, e até agora não foi feito nada”, questiona. Outro ponto a ser explorado no protesto é a não construção de 100 casas populares em Herval d' Oeste. O município não firmou contrato para a execução do conjunto habitacional alegando não contar com recursos para a contrapartida. “Não está explicado, fizeram uma propaganda, fotografaram, deixaram a população na expectativa, se você for hoje no bairro São Jorge as pessoas estão indignadas porque eles contavam com 100 casas populares que representam a mudança de 100 famílias”. Para Elisabeth Vieira, se tinha previsão de não acontecer que os moradores fossem avisado antes. “As coisas acontecem depois as pessoas são pegas de surpresa”, resume. A manifestação iniciou às 18 horas e atingiu os Poderes Executivo e Legislativo, que funcionam no mesmo prédio.

Fonte: Rádio Catarinense
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