Justiça condena três dos quatro detidos com arsenal de armas em Água Doce

Prisão feita pela PRF ocorreu em maio de 2012 na BR-153

Geral
19/11/2013

A Justiça de Joaçaba condenou três dos quatro homens flagrados pela Polícia Rodoviária Federal com um arsenal de armas transitando na BR-153 em Água Doce. Moisés Ponssoni, 50 anos, Joaquim Miguel Bueno, 31 anos, Anderson Telles Marques, 26 anos, e João Paulo Oliveira, 28 anos, todos do estado do Paraná.

As penas

Joaquim Miguel Guilherme Bueno: 6 anos e 2 meses, mais 29 dias-multa, em regime inicial fechado.

Anderson Telles Marques: 4 anos e 4 meses, mais 28 dias-multa, em regime inicial fechado.

Moisés Ponssoni: 2 anos e 10 meses de reclusão e 14 dias-multa, em regime inicial fechado.

João Paulo de Oliveira: absolvido

A Justiça manteve os réus Joaquim Miguel, Anderson e Moisés no regime fechado, por não terem cumprido mais de 1/6 da pena. Foi concedido a eles o direito de apelar em liberdade. O recurso já foi ingressado no Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

A prisão

Os quatro homens foram presos por volta das 3h do dia 22 de maio de 2012 no km 10 da BR-153 em Água Doce. Eles prestaram depoimento na delegacia de Polícia de Água Doce e foram transferidos para penitenciárias do estado, pois havia o receio de que os suspeitos pudessem ser resgatados por comparsas. A prisão foi decorrente da Operação Sentinela da PRF que abordou o veículo Peugeot 206, placas DSX-5023 Londrina (PR), em que os quatro estavam. No interior do veículo e na cintura de dois dos ocupantes foram encontrados e apreendidos uma submetralhadora 9mm carregada com 30 munições, uma pistola 9mm de fabricação chinesa e numeração raspada carregada com 15 munições e um revólver calibre 38 carregado com cinco munições, 14 munições de calibre 38, 63 munições de calibre 9 milímetros e uma bucha de maconha. O automóvel e os quatro detidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia de Joaçaba. Junto com os detidos também foi encontrado dinheiro e documentos falsos.

 

Ficha criminal

A Polícia Civil de Joaçaba conseguiu apurar que o grupo tem uma extensa ficha criminal por ocorrências relacionadas a roubo e latrocínio. Moisés Ponssoni, considerado um dos mais perigosos, responde no Paraná por vários crimes de roubo, latrocínio e um homicídio sendo condenado há 60 anos de prisão. Ele estava foragido depois de ser resgatado de uma delegacia de polícia de Curitiba em 1998. Joaquim Miguel Bueno tem na ficha criminal passagens por roubo e é foragido do presídio de Maringá onde cumpria pena. Anderson Telles Marques também foragido, tem passagens por tentativa de homicídio e porte ilegal de armas. João Paulo Oliveira também foragido do PR tem mandado de prisão em aberto por porte ilegal de arma.

Documentos falsos

No momento em que os policiais autuavam o flagrante foi descoberto, ainda, que três dos suspeitos apresentaram nomes falsos no momento da prisão, sendo devidamente identificados por meio de consultas com a Polícia Civil de Curitiba. Eles haviam se apresentado como José Antônio Kaspreski, Anderson Marcos e Cézar Pereira Porto.

Fonte: Rádio Catarinense
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