Geral
27/11/2013 Será realizado na próxima sexta-feira (29) o júri popular da mãe que jogou a filha recém-nascida no Rio do Peixe em Joaçaba. O júri inicia às 9h no Fórum de Joaçaba e será presidido pelo juiz da Vara Criminal Márcio Umberto Bragaglia. O sorteio dos jurados que foram convocados a comparecer ao plenário ocorreu no último dia 13. Recentemente o promotor de Justiça, Protásio Campos Neto, que atuará na acusação, afirmou que desde que atua na comarca de Joaçaba este foi o crime mais chocante da carreira dele. O processo é extenso e chegou a acumular cinco volumes. O promotor ressalta que a defesa de Marisa Hoffmann, 33 anos, tentará desqualificar o homicídio qualificado para homicídio simples (infanticídio), cuja pena é menor. O código penal prevê para crimes de homicídio qualificado pena de 12 a 30 anos. O promotor da Vara Criminal de Joaçaba reafirma que dos 21 anos de Promotoria, 16 anos em Joaçaba, fez 51 júris e que considera este o crime mais chocante. Contudo, Protásio Campos Neto frisa que uma situação está tirando o sono dele nos últimos dias, que é o das duas filhas da ré que moram com a avó materna em Gramado dos Leites, interior de Ibicaré. O promotor não esconde estar sensibilizado com o impasse das adolescentes e não descarta tentar um meio termo à pena de Marisa Hoffmann, uma vez que, há provas no processo de que ela era boa mãe e que as filhas pedem reiteradamente pela presença da mãe. Ouça:
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Conforme o processo, no dia 21 de janeiro de 2012, Marisa Hoffmann, então com 32 anos, teria jogado a filha Valentina da passarela Atílio Pagnonceli causando a morte do bebê por afogamento. A criança foi encontrada por um casal de pescadores. Marisa Hoffmann, que morava no interior de Ibicaré, responde a processo por homicídio qualificado por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. O advogado Leocir Antônio Carneiro visitou a ré no início da noite desta terça-feira no presídio regional de Joaçaba. Ele reforça que a situação da família de Marisa Hoffmann é delicada e que ela continua abalada psicologicamente. Segundo ele, durante as conversas, na maior parte do tempo ela chora. Leocir Carneiro reforça que está tranquilo em relação ao júri devido às provas que constam no processo:
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