Fundo do Poço: Prefeito de Erval Velho está detido no presídio regional de Lages

GAECO decide nesta segunda-feira se pede prorrogação de prisões

Geral
02/12/2013

   Termina nesta segunda-feira (02) o prazo de cinco dias da prisão temporária dos investigados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) que apura a regularidade de contratos de municípios com empresa que presta serviços de perfuração de poços artesianos. Entre os detidos está o prefeito de Erval Velho, Walter Kléber Kucher Júnior (PMDB). Ele está no presídio regional de Lages dividindo cela especial com outras 12 pessoas. Segundo o coordenador do GAECO em Florianópolis, promotor de Justiça Alexandre Graziotin, uma reunião nesta segunda-feira irá definir se será solicitada a prorrogação das prisões temporárias por mais cinco dias. Os mandados de prisão, busca e apreensão foram expedidos pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina. O advogado do prefeito de Erval Velho, Leonardo Bittencourt, não foi localizado pelo telefone celular. Ele tentava um Habeas Corpus para colocar o prefeito em liberdade.

 

A operação

 

O prefeito de Erval Velho foi levado na quinta-feira (28) durante força-tarefa composta pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), polícias Civil e Militar e Secretaria Estadual da Fazenda, à sede do GAECO em Lages. A operação visa combater os crimes de formação de quadrilha, fraudes em licitação e crimes contra a Administração Pública. A operação policial foi batizada “Fundo do Poço”, dando cumprimento a mandados de busca e apreensão em diversos municípios das regiões serrana, meio-oeste e oeste catarinense. O atual prefeito foi detido por ter sido secretário de Administração de Erval Velho nos ano de 2011 e 2012 quando foram firmados contratos com empresa investigada por fraudes em licitações e que prestou serviços de perfuração de poços artesianos no município. Inicialmente seriam dois processos licitatórios sob investigação do MP, que visa apurar a regularidade das contratações. Kucher está incomunicável até que todas as testemunhas prestem informações, que chegariam a 60. Foram 20 prisões pela operação, 19 em SC e uma no Paraná. Na prefeitura de Joaçaba o GAECO também recolheu documentos para investigação.

Fonte: Rádio Catarinense
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