Geral
27/12/2013 O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) manteve sentença de pronúncia proferida pelo juiz da Vara Criminal da Comarca de Joaçaba, Marcio Umberto Bragaglia, e determinou que Volmir Cezar Moreira, acusado de participar do assassinato de Jani Terezinha Bleichovel, também será submetido a júri popular. O réu, através do advogado de defesa, Álvaro Alexandre Xavier, havia recorrido em 2011 da sentença de pronúncia. Entretanto, o TJSC afastou as qualificadoras do meio cruel e do motivo torpe e manteve a qualificadora da emboscada. Diante disso a Justiça entendeu que já se pode designar data para julgamento do réu pelo Tribunal do Júri. O Ministério Público e a defesa foram intimados para apresentar os nomes das testemunhas que irão depor em plenário, podendo ainda juntar documentos e requerer diligências.
Volmir Cezar Moreira chegou a ficar um tempo preso, mas responde ao processo em liberdade. O outro acusado do crime, Lionir Ramos de Matos, foi julgado no dia 11 de agosto de 2012 e pegou uma pena de 71 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado, sem direito de recorrer em liberdade. Ele foi denunciado pelo Ministério Público por quatro crimes, sendo duas tentativas de homicídios contra Jani Terezinha Bleichovel e a amiga dela Salete Vieira, um latrocínio tendo como vítima Sérgio Antonio de Paris e o homicídio envolvendo a ex-companheira, morta com 13 facadas. O crime ocorreu em outubro de 2010. O caseiro foi encontrado morto com 13 facadas no banheiro da residência em que morava na linha Duas Casas, e o corpo de Jani foi encontrado com sete perfurações de faca numa plantação de pinus na comunidade de Santa Helena, interior de Joaçaba.
Lionir é natural de Ponte Serrada e em 1996 havia matado a mulher a facadas em Florianópolis. Ele foi julgado na capital do estado e condenado a 13 anos de prisão, da qual cumpriu oito anos em regime fechado e estava em livramento condicional na região de Joaçaba. Conforme o processo, a Justiça decidiu deixar em liberdade o também réu Volmir Cezar Moreira por ele ter contra si a acusação de co-autoria em apenas um dos quatro crimes processados nos autos, por isso o processo foi separado.
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