Burocracia atrasa avanço do projeto para construção da Ferrovia do Frango

Propostas para estudo de viabilidade ainda estão em análise

Geral
12/05/2014

A burocracia atrasa o avanço da proposta para a realização de estudos e do projeto básico da Ferrovia da Integração, também chamada de Ferrovia do Frango. O lançamento do edital completou um ano, teve os resultados publicados, mas foi suspensa e ainda está na fase de análises e recursos. O trajeto liga Oeste e Meio-Oeste ao litoral. A obra poderá facilitar o escoamento da produção agrícola e reduzir custos com logística no transporte. A empresa responsável pela obra, a Valec Engenharia, informou que o atraso se deu por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) que mandou suspender o processo devido a indícios de superfaturamento. Depois que foi revogada a suspensão, as propostas foram reabertas e as análises continuam em andamento. Está prevista para 30 de maio a contratação da empresa para fazer os estudos de viabilidade. As obras devem começar em 2015. Os estudos definirão a melhor opção do traçado. O vereador de Herval d' Oeste e historiador Davi  Frozza, um dos líderes que encampou o projeto da Ferrovia do Frango no Meio-Oeste, destaca que acredita ainda que a obra saia do papel. “Eu sempre digo que a esperança é a última que morre, estamos atentos a isso, conversando com as lideranças, principalmente os deputados da Frente Parlamentar das Ferrovias, é uma preocupação constante”. O prazo é de 10 meses para conclusão dos estudos e mais 12 para o projeto. A estimativa é de que a estrada de ferro fique pronta em 2019, ao custo de R$ 4 bilhões. Até agora o governo federal garantiu R$ 68,7 milhões através do Programa de Aceleração do Crescimento. A previsão é de o trajeto da ferrovia parta de Dionísio Cerqueira, passe por São Miguel do Oeste, Chapecó, Herval d' Oeste, Santa Cecília, Blumenau, até chegar a Itajaí, no total de 862 quilômetros. A proposta inclui ainda a operação de um trem com velocidade de até 80 quilômetros por hora. “E a construção da Ferrovia da Integração e a reativação da Ferrovia do Contestado, elas s]ao as artérias para o desenvolvimento do Meio-Oeste e do Extremo-Oeste catarinense, se não acontecer, será uma frustração para todos nós”, finaliza Frozza.

Fonte: Rádio Catarinense
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