Geral
20/08/2014 Depois de ouvir durante o dia de ontem quatro familiares, dentre eles a mãe da adolescente de iniciais E.T.O., dona Sirlei Aparecida de Oliveira, que afirmou que o médico legista do IML de Joaçaba ao divulgar o laudo da causa mórtis de seu neto estaria embriagado, situação que teria sido inclusive registrada num vídeo em celular, o corregedor do Instituto Geral de Perícias (IGP) em Santa Catarina, Emerson Cechetto concluiu nesta quarta-feira (20) por volta do meio-dia, os depoimentos das pessoas envolvidas.
“Depois de ouvir os familiares, hoje foi a vez dos funcionários que estavam naquele dia trabalhando, bem como o médico legista que está sendo denunciado”, resumiu o corregedor. O depoimento do médico legista que estava acompanhado de seu advogado, Dr. Daniel Meira, durou aproximadamente 40 minutos e aconteceu nas dependências do IGP local. Na saída, tanto o médico legista quanto o seu advogado não falaram com a imprensa.
Já o corregedor Emerson salientou que num prazo de 30 dias deverá ser concluída esta Sindicância Administrativa, que foi aberta para apurar os fatos. “Temos o prazo de um mês para nos posicionar. A partir daí vamos enviar para a direção que irá tomar a decisão final. Nós fazemos o relatório e sugerimos a conclusão”.
Emerson Cechetto fez questão de deixar claro que não é ele quem decide e sim, realiza o trabalho de investigação quanto a denúncia apresentada pela família de E.T.O. de 16 anos de idade, que reclama uma possível embriaguez do médico legista.
Por Julnei Bruno
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